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Dia da Mulher: elas merecem além de presentes, muito respeito também

O dia 8 de março está chegando. E é hora de homenagear aquelas mulheres essenciais que fazem parte da nossa vida. Mães, esposas, filhas, irmãs, namoradas, companheiras, avós ou simplesmente amigas ou colegas de trabalho. Cada uma no seu papel, elas merecem todo o carinho do mundo. Já comprou o presente para marcar esse dia? Está em dúvida do que dar para elas? Ainda dá tempo, o delivery e o drive thru das lojas do União de Osasco estão funcionando e têm ótimas opções para você escolher e comprar com toda segurança.  Afinal, não dá para deixar passar essa data em branco. Mas lembre-se, elas merecem muito mais do que presentes, merecem respeito. Afinal, foram séculos de lutas para conquistar direitos e liberdade, não é mesmo?  Quer relembrar um pouco dessa história? Então veja agora, 10 episódios que marcaram época.

1827 – Meninas são liberadas para frequentar todos os níveis da escola, antes uma atividade permitida somente aos garotos, a partir do ensino primário. Mesmo assim, salas mistas, hoje obrigatórias, não eram autorizadas.

1879 – O acesso à universidade é aberto às mulheres, um marco que deu a partida a formação de um novo mercado de trabalho. Mas nem todos os cursos eram procurados por elas, tolhidas pelo preconceito dos colegas e da sociedade.

1932 – O código eleitoral brasileiro é modificado e as mulheres conquistam o direito de votar e escolher seus representantes.

1962 – O Congresso aprova o Estatuto da Mulher Casada, uma lei alterou por completo as relações conjugais no país. A partir daí, as esposas não precisaram mais de autorização do marido para trabalhar, passaram a ter direito aos bens de herança e a ficar com a guarda dos filhos em caso de separação ou desquite – ainda não havia o divórcio.

1974 –  A chamada Lei de Igualdade de Crédito” é aprovada e as mulheres ganham mais independência financeira com o direito de ter um cartão de crédito como principal titular e não precisarem mais do aval de um homem para obter um empréstimo, uma exigência que vigorava até mesmo para quem era solteira ou separada.

1979 – Um decreto de 1941, do presidente Getúlio Vargas, foi finalmente revogado e as mulheres passaram a poder jogar futebol, o que antes era proibido, pelo menos oficialmente, em escolas, áreas públicas e competições.

1985 – É criada, em São Paulo, a primeira Delegacia Especializada da Mulher, hoje espalhadas por todos os estados do Brasil atendendo principalmente aos casos de violência doméstica.

1988 – Só aqui, há pouco mais de 30 anos, a nova Constituição Brasileira, promulgada pelo Congresso Nacional, passa a reconhecer a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres.

2006 – Entra em vigor a Lei Maria da Penha para combater e punir com mais rigor a violência de gênero no Brasil.

2015 – É aprovada a Lei do Feminicídio, que torna mais grave as penas de crimes cometidos contra as mulheres por razão de sua condição. Atualmente, a importunação sexual já é considerada crime, e não apenas os casos de estupro ou violência física.

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